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Ativos e Passivos?! Não é o que você está pensando…

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Onde você costuma gastar o seu dinheiro? Dependendo da sua escolha, você criará dívidas ou riqueza. o que você prefere?

Neste artigo eu vou deixar a diferença bem clara e evidente para você conseguir tomar melhores decisões sobre onde gastar o dinheiro que você ganha. Então se a sua vida financeira não é o que você gostaria que ela fosse, você precisa ler este artigo até o final.

Ativos e Passivos

Deixando a contabilidade de lado, que não é o foco desse artigo, vou começar fazendo uma distinção fundamental, para quem quer ter uma vida financeira, minimamente equilibrada. Afinal, o que são ativos e passivos, quando se fala em dinheiro?

Para fins apenas de entendimento e simplificação, tratarei ativos e passivos de forma um pouco diferente do que prega a contabilidade, mas que já vai te trazer uma maior clareza a respeito do que se trata.

Um ativo é algo em que investimos na aquisição e que nos trará retorno financeiro. Já um passivo, é algo no qual investiremos o nosso dinheiro e que nos trará despesas, após esse investimento.

A importância da distinção entre ativos e passivos está na falsa ideia que a maioria das pessoas tem, de que um ativo é um patrimônio, enquanto um passivo é uma dívida. Esse conceito está muito errado e faz com que tenhamos ideias ruins sobre onde investir o nosso dinheiro.

Exemplos de ativos

Investimentos geralmente são ativos. Quando investimos dinheiro em um investimento qualquer e esse retorna mais dinheiro do que a quantia que investimos, esse investimento pode ser considerado um ativo. Porém quando um investimento tem retorno negativo, ele passa a operar como um passivo, ou seja, ele toma dinheiro de nós com o tempo.

Alguns investimentos considerados seguros, podem se tornar passivos. Basta que o rendimento do investimento seja menor do que a inflação e teremos uma redução do dinheiro ao invés de aumento. É o caso por exemplo do fundo de garantia por tempo de serviço, que costuma render menos do que a inflação. Isso significa que, quanto mais tempo o dinheiro passa no fundo de garantia, menos valor ele terá.

Outros investimento considerados como arriscados, podem gerar lucros muito maiores do que a inflação, e são considerados ativos de alto risco, mas com maior potencial de retorno. Alguns exemplos são as ações de empresas negociadas na bolsa de valores ou investimentos em moeda extrangeira (dólar, euro, etc.).

Exemplos de passivos

Tudo aquilo que compramos que não tem a finalidade de gerar mais dinheiro para nós, pode ser considerado um passivo. Desde TVs, celulares, carros, motos, até casas e apartamentos são primordialmente passivos. Todos esses tipos de bens, sejam duráveis ou não, geram despesas com o tempo, ao invés de gerar receita. Por isso são todos considerados passivos.

As únicas exceções são quando usamos o bem que foi adquirido diretamente para gerar renda, por exemplo: um carro para trabalharmos no Uber, uma casa para alugarmos, etc.. Todas as outras aquisições de bens que fazemos, são passivos e gerarão cada vez mais despesas com o passar do tempo.

Até mesmo investimentos que não dão certo, se tornam passivos, na medida que eles começam a tomar dinheiro de nós. Um exemplo é o investimento em um negócio que gera prejuízo. Enquanto esse negócio não começar a gerar lucro, ele é considerado um passivo.

Equilíbrio e enriquecimento

Para termos uma vida financeiramente equilibrada, precisamos equilibrar os ganhos dos nossos ativos versus as perdas dos nossos passivos. Ao ignorarmos o custo dos nossos passivos durante a aquisição de bens, nos colocamos numa condição muito complicada, de ter que gerar cada vez mais renda, para comportar os passivos que possuímos em quantidade cada vez maior.

A maioria das pessoas não entende esse conceito e com isso, precisam trabalhar cada vez mais, para manter o mesmo padrão de vida. Elas começam adquirindo bens e com o tempo, o custo dos passivos delas superam os seus ganhos e elas não conseguem mais manter o mesmo padrão de vida, mesmo quando às vezes ganham mais dinheiro com o tempo.

Para ilustrar o que estou tentando explicar citarei uma situação hipotética. Vamos supor que você queria comprar um carro e que você tenha o dinheiro para comprar esse carro à vista (vamos ignorar o financiamento que pioraria muito as coisas).

No momento em que você adquire o veículo, você passa a ter obrigações financeiras a cumprir. Seguro, IPVA, combustível, manutenção e revisões, são alguns dos gastos que você terá, por ter adquirido um carro.

Porém, mesmo que você tivesse o dinheiro do carro para pagar por ele à vista, você precisará de mais dinheiro para honrar com os compromissos recém assumidos. E como provavelmente você não terá um aumento de renda, proporcional ao seu aumento de gasto, você terá o seu poder aquisitivo imediatamente diminuído, após essa compra.

É assim que as pessoas ficam cada vez mais endividadas e que o dinheiro delas passa a não dar mais para comportar todas as despesas, à medida que elas adquirem bens, que são em princípio passivos.

Para evitar que a aquisição de um veículo tenha impacto negativo na sua vida financeira, você precisaria primeiro investir em ativos que rendessem o mesmo que o carro irá gerar de despesas para você, antes de adquirir o carro. Mas cá entre nós, praticamente ninguém faz isso, simplesmente porque ou não entende essa matemática ou ignora as consequências.

Assim não dá!

Aí você me diz: “Ah Felipe, assim não dá! Como é que eu vou comprar um carro ou até mesmo um celular, se eu tiver que primeiro criar a renda que irá sustentá-los?”

A resposta é: mudando o seu foco do consumo para a criação de ativos.

Vivemos numa sociedade voltada para o consumo imediato e desprezamos a importância da aquisição de ativos ao longo da vida, para nos proporcionar a liberdade de podermos ter o que desejarmos, sem ter que nos preocupar, com o custo disso ao longo do tempo.

As pessoas ricas e bem sucedidas financeiramente, entende esses conceitos e vivem focadas em investir prioritariamente em ativos. Elas jamais adquirem um bem, sem que haja ativos suficientes para sustentar esses bens.

Essa inteligência financeira não é ensinada na escola, nem nas faculdades, nem mesmo nas cadeiras de contabilidade. Ela só é alcançada seguindo as pessoas que usaram a estratégia de investir em ativos antes de começar a adquirir bens de consumo.

Eu espero que essa distinção e ideias que eu quis compartilhar contigo aqui tenham feito sentido para você e que você possa se beneficiar desse conhecimento.

Mas se você já investiu em muitos passivos e hoje anda endividado ou endividada por causa disso, eu tenho um ebook que pode te ajudar a mudar essa sua condição.

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Neste ebook eu compartilho as minhas descobertas a respeito do meu endividamento descontrolado e o que eu fiz para sair da situação de completo descontrole financeiro.

Se esse artigo fez sentido para você ou se você ficou com alguma dúvida a respeito dele, deixe um comentário abaixo, que terei prazer em responder à sua dúvida.

Até o próximo artigo…

 

2 Comments

  1. Achei interessante esse exemplo, pois quando adquirimos bens de renda, geralmente pensamos que o “lucro” auferido é para ajudar a pagar a escola de um filho, comprar um segundo imóvel, etc. Nunca tinha visto esse raciocínio para custear a despesa proveniente de um veículo. Legal

    1. Que bom que você gostou Tatiana! Eu também não pensava em investimentos como forma de custear as nossas despesas, mas é justamente isso que aprendemos quando ouvimos as pessoas que criaram fortunas. Eles tem a ideia fixa de que, para serem pessoas prósperas, precisam que seus ativos custeiem todas as suas despesas. Quando finalmente entendi esse conceito, tudo mudou para mim. Obrigado pela participação. Um abraço…

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